Ao sermos lançandos
Nos tornamos errantes
Vagando amaldiçoados,
Fugitivos pela face terrestre...
Marcados com nossos olhares
Frios e melancólicos...
Envolvindos em mantos
Tintos em sangue...
A Terra já não
Aceitará nossos corpos
Para o repouso eterno
E para sempre seremos MALDITOS
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